Vem ai a II CICORRE

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No mes de fevereiro de cada ano, a etapa da CICORRE é realizada na praça do Marco Zero, zona central do Recife. Desde março de 2013, boa parte do entorno da praça do Marco Zero esta sendo disponibilizada para a população como espaço de lazer nos domingos e feriados. O grupo CORRE, atento a estas mudanças, transferiu a arena da II CICORRE para o entorno da Torre Malakoff, monumento mais ao norte do Marco Zero.

A largada aconteçe as 8 h com percursos de 4,5 e 9 km e as inscrições podem ser realizadas no local ateé 30 minutos antes do horário da largada. A organização espera um público parecido com o da primeira CICORRE realizada no mes de janeiro na orla da praia de Boa Viagem.


Veja como foi a II CICORRE realizada em 2013 no Marco Zero


A Torre Malakoff

Apesar da beleza e imponência da Torre com seu relógio ao alto e seu grande portão, ela era, tão somente o acesso ou portão de entrada para o Arsenal de Marinha; sua construção foi iniciada em 1853 num amplo terreno a beira mar, com quase 800 metros de cais, onde funcionavam a administração , depósitos e galpões para recolher, consertar e construir embarcações. A origem do nome Malakoff, por algum tempo foi atribuída ao nome do relojoeiro ou a marca do relógio existente na Torre, hipótese não comprovada pelos pesquisadores. 

Segundo o historiador Pedro Veloso Costa, o batismo da Torre do Arsenal, no Recife, foi dado pela propria população, que na epoca, acompanhava as noticias vinculadas no Diário de Pernambuco sobre a guerra da Criméia cujo o foco de resistência em defesa da colina e da torre fortificada de Malakofk existente na cidade portuária de Sebastopol, no mar Negro.

Na década de 20 a Torre do Arsenal foi condenada a demolição para ampliação do Porto do Recife, o que motivou um vitorioso movimento em sua defesa. Formado por importantes setores da intelectualidade e instituições culturais pernambucanas da época, o movimento contou com amplo engajamento da sociedade
e utilizou-se do nome Malakoff- símbolo de resistência e capacidade de luta - para sensibilizar as utoridades durante o processo de defesa do edifício. 

Com o advento da República, são extintos os Arsenais de Marinha nos estados do Pará, da Bahia e de Pernambuco. Com a extinção dessas unidades e a centralização das atribuições no Rio de Janeiro, o imóvel passa a servir à Capitania dos Portos de Pernambuco. Anos mais tarde, com a transferência da Capitania para outro local, a Torre Malakoff cai no abandono até ser resgatada para funcionar como um centro de referência da cultura em Pernambuco.


Fonte: FUNDARPE

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