A segunda geração do Chip de Corrida

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Na região sul/suldeste do pais, não é mais novidade. Lançado em 2010 pela maior empresa de cronometragem de corridas do Brasil, a ChipTiming e utilizado na Corrida de São Silvestre de 2010 por exemplo, a segunda geração do chip ou Chip de Uso Único já é uma realidade.

Funcionamento do sistema de cronometragem por chip:


O chip convencional (que pode ter o aspecto de uma borboleta, uma placa retangular, etc)  que é amarrado no cadaço do tenis ou ate mesmo no tornozelo (para aqueles que correm descalços) possui no seu interior um ninusculo transponder que possui um código de identificação único composto de sete caracteres. 



Na linha de largada / chegada, são colocados tapetes que funcionam como antenas que, através da geração de um campo magnético, são capazes de captar os códigos dos transponderes e envia-los para um microcomputador que através de um programa calcula o tempo decorrido entre a 1ª passagem (na largada) e a 2ª passagem (na chegada) e em alguns casos, quando um tapete extra é colocado no trajeto, o tempo parcial (normalmente no meio do trajeto). Neste caso, este recurso também é usado para identificar aqueles corredores que eventualmente pegam um atalho para completar a corrida.

Após a inscrição do atleta, a organização do evento cadastra o mesmo associando o número de inscrição do atleta a um desses códigos, ou seja a um chip, e desta forma é possível identificar cada atleta que passar sobre os tapetes.

O chip de uso único, também chamado de TAG, funciona praticamente da mesma forma com a diferença que o uso de materiais como plátisco sobre o qual são impregnados filetes ou trilhas barateia sua produção em larga escala sendo possível seu custo ser absorvido por quem se inscreve em uma competição.




As principais vantagens deste novo chip são:

- O Chip, ou Tag, pode ser recebido com antecedencia até mesmo pelos correios dentro de envelopes.
- O corredor não precisa passar pelo inconviniente e desconforto de devolve-lo imediatamente quando termina uma prova.
- Se for perdido durante o trajeto, nenhuma taxa extra será cobrada ao corredor pelo organizador do evento.

Da mesma forma como no chip convencional, a TAG deve ser fixado ao tenis de uma forma própria como mostra a figura ao lado para que seja detectado sua passagem pelos tapetes.

Com a identificação voltada para cima e fixado ao cadaço do tenis pelos orificios existentes no mesmo utilizando uma espécie de arame fornecido junto com a TAG.
Não fixe sua TAG das seguintes formas abaixo:


Ainda tem dúvidas?, veja aqui ao vídeo de como fixar de forma correta uma TAG.

Fique atento a essas dicas, quem sabe em 2011 voce poderá estar utilizando uma TAG para cronometragem do seu tempo nas principais corridas em Recife!

Fonte: ChiPiming

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